Bancária, mobilizadora do esforço de guerra, tenente enfermeira e preservadora de um amplo acervo da campanha.

Ficha de identificação
Nome: Maria do Carmo Corrêa e Castro
Outras formas: Maria do Carmo Correa e Castro; Carmita Corrêa e Castro
Nascimento: 6 de janeiro de 1908, Juiz de Fora (MG)
Falecimento: 12 de abril de 1983, Rio de Janeiro (RJ)
Força e posto: Exército Brasileiro — tenente enfermeira
Mobilização, guerra e retorno
Normalista em Juiz de Fora e funcionária do Banco do Brasil no Rio de Janeiro, Maria do Carmo organizou um posto de alistamento de voluntários para a Cruz Vermelha e presidiu a Comissão de Assistência ao Bancário Convocado. Em 1943 alistou-se para integrar o contingente que seguiria para a Itália.
Serviu como enfermeira da FEB entre 1944 e 1945, em hospitais norte-americanos distribuídos por diferentes localidades italianas. De volta ao Brasil, retomou o trabalho no Banco do Brasil. Em 1946 recebeu as medalhas de Guerra e de Campanha; também foi distinguida com o Meritorious Service dos Estados Unidos.
Um acervo para o futuro
Sua coleção, custodiada pela Casa de Oswaldo Cruz, reúne correspondência, fotografias, diplomas, certificados, medalhas, publicações e outros documentos. Esse patrimônio permite estudar tanto a experiência pessoal da enfermeira quanto a história coletiva das brasileiras na campanha.